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13 fevereiro 2013

Quaresma... Caminho para a Cruz.

Na linguagem corrente, a Quaresma abrange os dias que vão da Quarta-feira de Cinzas até ao Sábado Santo. Contudo, a liturgia propriamente quaresmal começa com o primeiro Domingo da Quaresma e termina com o sábado antes do Domingo da Paixão.
A Quaresma pode considerar-se, no ano litúrgico, o tempo mais rico de ensinamentos. Lembra o retiro de Moisés, o longo jejum do profeta Elias e do Salvador. Foi instituída como preparação para o Mistério Pascal, que compreende a Paixão e Morte (Sexta-feira Santa), a Sepultura (Sábado Santo) e a Ressurreição de Jesus Cristo (Domingo e Oitava da Páscoa).
Data dos tempos apostólicos a Quaresma como sinónimo de jejum observado por devoção individual na Sexta-feira e Sábado Santos, e logo estendido a toda a Semana Santa. Na segunda metade do século II, a exemplo de outras igrejas, Roma introduziu a observância quaresmal em preparação para a Páscoa, limitando porém o jejum a três semanas somente: a primeira e quarta da actual Quaresma e a Semana Santa.
A verdadeira Quaresma com os quarenta dias de jejum e abstinência de carne, data do início do século IV, e acredita-se que, para essa instituição, tenham influído o catecumenato e a disciplina da penitência pública.
O jejum consistia originariamente numa única refeição tomada à tardinha; por volta do século XV tornou-se uso comum o almoço ao meio-dia. Com o correr dos tempos, verificou-se que era demasiado penosa a espera de vinte e quatro horas; foi-se por isso introduzindo o uso de se tomar alguma coisa à tarde, e logo mais também pela manhã, costume que vigora ainda hoje. O jejum actual, portanto, consiste em tomar uma só refeição diária completa, na hora de costume: pela manhã, ao meio-dia ou à tarde, com duas refeições leves no restante do dia.
A Igreja prescreve, além do jejum, também a abstinência de carne, que consiste em não comer carne ou derivados, em alguns dias do ano, que variam conforme determinação dos bispos locais.Na maior parte dos países, e também em Portugal, são dias de jejum e abstinência a quarta-feira de cinzas e a sexta-feira santa. Por determinação de algumas Conferências Episcopais, nas sextas-feiras do ano (inclusive as da Quaresma, excepto a Sexta-feira Santa) fica a abstinência comutada em outras formas de penitência.
Praticar a abstinência é privar-se de algo, não só de carne. Por exemplo, se temos o hábito diário de assistir televisão, fumar, etc, vale o sacrifício de abster-se destes hábitos nesses dias. A obrigação de se abster de carne começa pelos 14 anos, ano em que se pode ministrar o sacramento da Confirmação. A obrigação de jejuar, limitando-se a uma refeição principal e a duas mais ligeiras no decurso do dia, vai dos 21 aos 59 anos. Quem está doente (e também as mulheres grávidas) não está obrigado a jejuar.
Todos pecamos, e todos precisamos fazer penitência”, afirma São Paulo. A penitência é uma virtude sobrenatural intimamente ligada à virtude da justiça, que “dá a cada um o que lhe pertence”: de facto, a penitência tende a reparar os pecados, que são ultrajes a Deus, e por isso dívidas contraídas com a justiça divina, que requer a devida reparação e resgate. Portanto, a penitência inclina o pecador a detestar o pecado, a repará-lo dignamente e a evitá-lo no futuro.
A obrigatoriedade da penitência nasce de quatro motivos principais, a saber:
. - Do dever de justiça para com Deus, a quem devemos honra e glória, o que lhe negamos com o nosso pecado;
.- Da nossa incorporação com Cristo, o qual, inocente, expiou os nossos pecados; nós, culpados, devemos associar-nos a ele, no Sacrifício da Cruz, com generosidade e verdadeiro espírito de reparação.
.- Do dever de caridade para com nós mesmos, que precisamos descontar as penas merecidas com os nossos pecados e que devemos, com o sacrifício, esforçar-nos por dirigir para o bem as nossas inclinações, que tentam arrastar-nos para o mal;
.- Do dever de caridade para com o nosso próximo, que sofreu o mau exemplo de nossos pecados, os quais, além disso, lhe impediram de receber, em maior escala, os benefícios espirituais da Comunhão dos Santos.
Vê-se daí quão útil para o pecador aproveitar o tempo da Quaresma para multiplicar suas boas obras, e assim dispor-se para a conversão. Segundo os Santos Padres, a Quaresma é um período de renovação espiritual, de vida cristã mais intensa e de destruição do pecado, para uma ressurreição espiritual, que marque na Páscoa o reinício de uma vida nova em Cristo ressuscitado.
A Quaresma tem por escopo primordial incitar-nos à oração, à instrução religiosa, ao sacrifício e à caridade fraterna. Recomenda-se por isso a freqüência às pregações quaresmais, a leitura espiritual diária, particularmente da Paixão de Cristo, no Evangelho ou em outro livro de meditação.
O jejum e abstinência de carne se fazem para que nos lembremos de mortificar os nossos sentidos, orientando-os particularmente ao sincero arrependimento e emenda de nossos pecados.
A caridade fraterna — base do Cristianismo — inclui a esmola e todas as obras de misericórdia espirituais e corporais.

(Fonte: Missal Romano)

Quais são as Obras de Misericórdia?
Corporais
1. Dar de comer a quem tem fome. 2. Dar de beber a quem tem sede. 3. Vestir os nus. 4. Dar pousada aos peregrinos. 5. Assistir aos enfermos. 6. Visitar os presos. 7. Enterrar os mortos.
Espirituais
1. Dar bom conselho. 2. Ensinar os ignorantes. 3. Corrigir os que erram. 4. Consolar os tristes. 5. Perdoar as injúrias. 6. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo. 7. Rogar a Deus por vivos e mortos.

11 comentários:

MR disse...

Todas estas obras fizeste na Tua infinita Misericórdia, de todas elas foste o exemplo vivo, Jesus!

No cimo da montanha alimentaste os milhares de famintos que Te rodeavam em busca de Ti; a nós continuas a dar-Te em alimento diário, indigna que sou de Te receber…

À Samaritana mataste a sede de Ti; a nós Te continuas a dar em Água Viva que refresca a minha alma na árida caminhada para Ti…

Aos miseráveis cobriste com a Tua Esperança; a nós continuas a aquecer com a Tua Presença atenta, que tantas vezes não sei reconhecer junto de mim…

A todos acolheste no Teu Coração enquanto Tu dormias com a cabeça sobre as pedras; a nós continuas a esperar em Tua Casa, que queres seja a minha e tão pouco cuido…

Aos cegos devolveste a luz, aos leprosos a vida com os outros, aos paralíticos o caminhar; a nós nos queres dar a Tua Luz, a entrega dos rejeitados, a força para nos levantarmos, que sempre encontro motivos para viver na escuridão de Ti, para recusar os que me ferem, para temer seguir o Teu caminho e assim apenas parar a contemplá-lo…

Aos que tinham o coração amarrado retiraste as cadeias; a nós nos dás a cada dia a liberdade de Te seguir, que tanto sinto como caminho sem escolha…

Morreste da incompreensão humana, e pelos homens Ressuscitaste na Glória do Pai; a nós nos ofereces que ressuscitemos da escuridão da Morte no pecado, que a todo o instante me leva para longe de Ti…


Aos Teus orientaste a vida em Ti; a nós nos encaminhas através dos outros, que tento não ouvir, não ver, para que o meu conforto me não fuja…

Aos Teus contemporâneos ensinaste a Nova Lei do Teu Amor; a nós nos amas hoje e sempre, tantas vezes acredito que me recusas…

A Simão corrigiste os passos para que se transformasse em Pedro; a nós carinhosamente moldas com infinita paciência, obra que constantemente destruo na soberba com que humilho os que penso estarem errados…

À mãe angustiada pela perda da sua menina consolaste; a nós nos acalentas na presença dos que nos dirigem as Tuas Palavras de Paz, que tantas vezes esqueço que existem…

Na Cruz perdoaste as injúrias, o escárnio, a incompreensão; a nós anseias por perdoar cada pequeno gesto e palavra de desamor, que guardo comigo a consumir-me…

Todas as nossas fraquezas sofreste em silêncio até à Morte na Cruz; todas continuas a sofrer hoje, e, sabendo-o, continuo a recusar sofrer as minhas fraquezas e as dos que também são Teus irmãos…

Para todos nós pediste ao Pai a Paz e a Vida que por ignorância não reconhecemos em Ti; a nós nos pedes que o façamos conTigo, tanto imagino que o posso fazer longe da Tua protecção…

esperança disse...

Nunca é demais voltarmos a reflectir sobre o sentido e os conteúdos da Quaresma.
Por isso: obrigada por esta bela catequese!
E - abençoada Quaresma a todos!

sirlene (brasil) disse...

Não é só profunda e muito linda esta postagem sobre a quaresma mas sobretudo muito oportuna.Porque, o que nós nos esquecemos constantemente é que tanto o cenário como a platéia da nossa "representação" aqui na passagem pela Terra, é dinâmica, se renova, com a velocidade e a quase crueldade de um flash fotográfico.Crueldade, porque sequer nos dá tempo de fixar bem a vista nos acontecimentos , que dirá assimilar seu conteúdo...Os "pedagogos" da espiritualidade, devem ser portadores de criatividade , adotar didática convincente, motivadora, rica em engenhosidade criativa, a fim de ser eficaz ( a didática)e atingir seu objetivo .Esta atitude pedagógica só pode ser plasmada após o desenvolvimento do conhecimento e do treino das habilidades pertinentes, ou seja...um pedagogo da espiritualidade só pode ser um agraciado pelos dons do Divino Espírito Santo. Só Ele poderá soprar a e à hora exata o que se deve dizer.
A mudança da " platéia" por ser rápida como um flash...é o que eu considero ser a evolução das gerações.Com que rapidez cresce uma criança! Com que facilidade a mudança de ambiente altera o comportamento, os hábitos , a espiritualidade das pessoa, muitas vezes aprimorando mas no mais das vezes, destruindo a cultura adquirida até então.
Parece sem nexo o que estou a dizer, mas meu raciocínio diante desta meditação sobre a Quaresma está centrado na necessidade aqui atendida de se falar sobre coisas que para nós mais vividos são tão conhecidas e para outros talvez seja a primeira vez que se ouve falar. Mesmo para quem pensa que entendeu tudo...reler esta meditação, é uma convocação irrefutável á conversão
Paz e Bem!
Sirlene

mariana disse...

QUARESMA!
Tempo de mudança, tempo de conversão. Todos os anos dizemos isto, (eu).
A conversão é um processo experimental e contínuo de mudança pessoal - implica a aceitação de Jesus como Salvador da nossa vida que se renova na d'Ele. Exige-nos a nossa fé, uma mudança de valores, de atitudes e de vida.

A nossa conversão em verdadeiros cristãos, tem de ter a sua expressão em Cristo crucificado, o Filho de Deus. No mistério da Cruz - Paixão, Morte e Ressurreição - revela-se o Amor da infinita misericórdia divina para reconquistar o amor dos homens. Na Cruz, o próprio Deus mendiga o amor dos seus filhos. Ele tem sede de cada um de nós.
O convite a mergulharmos na experiência do Amor de Deus seduz-nos à conversão, na medida em que aceitamos o seu Amor e nos deixamos atrair por ele.

Concretamente, a conversão é um processo do Amor de Deus e da nossa decisão e acolhimento. Na medida em que eu me renovo e me converto, aceito Jesus no meu próprio coração. Ele atrai-me para Si, para se unir a mim, para se unir a nós, para que aprendamos a amar os irmãos com o seu próprio Amor.

maresia disse...

Estava já a desligar o computador, quando a frase que está passando no painel rolante, me interpelou, obrigando-me a entrar de novo aqui. E porquê?
Porque em conjunto com as minhas crianças fizemos os nossos propósitos de Quaresma...um deles queria fazer mais visitas a "Jesus escondido", como dizia o vidente Francisco.
Para ouvir o contar das máguas de uma amiga, não pude chegar, com a devida antecedencia, para a visita e por isso pedi desculpa a Jesus e fui aproveitando o tempo para simplesmente olhar para Ele e deixar-me olhar...até que a Eucaristia começasse; qual não foi o meu espanto, ao dar-me conta que o seu início foi trinta minutos depois permitindo-me assim estar alguns minutos em silêncio comtemplativo. Fiquei muito feliz e com a impressão que o Bom Deus prefere mais caminhar connosco do que esperar que caminhemos para Ele, pois sempre achei que ELE É UM DEUS DA VIDA E QUE CONNOSCO QUER FAZER CAMINHO.
Se eu estiver errada, diga-me, pois este espaço de partilha é também de aprendizagem.
Bem Haja.
Rezo.
Seja por Caridade

Albertino disse...

Maresia, paz e bem!
Como é saudável ver a forma como as crianças querem viver a quaresma... "fazer visitas ao Jesus escondido". A quaresma deve ser acima de tudo isso. Penitencia sem conversão a Cristo, sem Oração a Ele pelos outros, sem a Caridade que é reflexo do Seu Amor não é quaresma.
E não, não está errada... Deus conduz a nossa marcha e sabe os momentos em que precisamos de estar com Ele a sós. Quantos testemunhos poderiamos revelar de que sentimos que Deus atrasou alguém, o padre ontem, que colocou alguém no nosso passeio, que fez cruzar o nosso olhar e sorriso com outros onde O sentimos a Ele bem presente. E isso não é mais do que a certeza de que Ele é o Deus que caminha ao nosso lado, em tudo Ele toma a iniciativa de nos mostrar que não está feito um ancião sentado à espera que cheguemos a Ele mas que, Ele mesmo vem ao nosso encontro em Jesus escondido mas revelado, Palavra e Pão, que se nos oferece por amor.
Deus está permanentemente no nosso caminhar, escondido mas está e realiza a nossa vida e a nossa história quando nos abrimos a aprender a caminhar pelos Seus passos, quais filhos a brincar na praia pisando as marcas deixadas pelos grandes pés do pai.
Que a Quaresma seja este caminhar nos passos de Deus...

c.gomes disse...

Este é o tempo da reflexão interior e da avaliação da nossa vivência. Tudo é do Pai mas nem sempre sentimos que assim é. Fazemos o que não queremos ou pensámos, agimos mal e magoamos Deus e os outros. Não deixamos de ser "filhos de Deus" nem simples humanos mas, na verdade, algo nos separa d'Ele. Passar por esta experiência é uma constante, neste mundo conflituoso. Talvez por isso eu encontro na Quaresma o tempo de concentração e reflexão que me faz avaliar os meus comportamentos, não o dos outros, e definir os pontos mais problemáticos na minha relação com Deus. Não me preocupo muito com os jejuns estabelecidos mas com as pequenas coisas que são pequenos sacrifícios, feitos com e por Amor a Deus, e esses são muitas vezes bem mais difíceis de realizar e manter no quotidiano da vida: silenciar, abdicar, ajudar, alegrar e rezar talvez sejam as acções que mais devem permanecer junto da nossa vida em tempo de Quaresma.

fr. armindo disse...

Querido irmão Albertino. Paz no Senhor!

Visitei mais uma vez o blog. Fico feliz pela classificação. Acredito que até melhorará muito na próxima avaliação. Está realmente bom!
Em plena quaresma, sinto-me interpelado pela festa das Santas Chagas do Senhor, hoje celebrada, nascida no sentimento profundamente religioso do sangue português. Lá vão elas no escudo, navegando em caravelas sobre as ondas, voando pelos céus, dando nome a pessoas... Gosto de ser português, cristão e franciscano. Há dados da minha história portuguesa, cristã e franciscana que são admiráveis... passe esquecida a irmã humildade!... Deus gosta mesmo dos portugueses! Acredito!

Cinco chagas, cinco fontes,
com água de vida eterna,
onde as almas sequiosas
podem matar sua sede!

Quantos meus irmãos de sangue lusitano não mataram as suas sedes nesta fonte viva! Um desses Irmãos ilustres foi mesmo Frei António de Lisboa. Grande! Grande!

Em tempo de quaresma, tempo da fonte da Vida, tempo do amor misericordioso... sabe bem celebrar a Redenção com os olhos nAquele que por mim se deixou levantar da terra, a fim de a todos olhar e atraír a Si, oferecendo com seus olhar a libertação do mal e o novo horizonte do Bem!

Paz, meu irmão! Paz, irmãos bloguistas! Uma santa Quaresma com o amor a iluminar e encher de paz o coração de cada um e de todo o nosso querido povo português!

Frei Armindo

Dina disse...

QUARESMA 2008

Obrigada Irmão e Amigo, por esta profunda e oportuna reflexão no início desta Quaresma 2008!

Na verdade a liturgia do tempo quaresmal é um itinerário de sanação-libertação-salvação. A palavra de Cristo revela-nos o Coração Misericordioso de Deus perante a infidelidade e o pecado do povo (Os11,8-9), revela também que, a partir de Jesus, estamos chamados (as) a viver a existência na obediência à vontade do Pai, e a palavra de Deus é força de salvação que nos dá um coração novo, um coração cada dia mais identificado com o de Jesus.
Quem não nascer do Alto, não pode ver o reino de Deus (Jo.3,3).
Este foi o convite que Jesus fez a Nicodemos e o grande desafio que nos faz ao iniciarmos o nosso caminho quaresmal – nascermos de novo, deixando que o Espírito infunda em nós um coração novo e um espírito novo, um coração que seja dócil instrumento para fazer imenso Bem; um coração moldado na intimidade do Amor, que se renova pela acção constante de Deus e pela Sua Graça actuante: “Bem-aventurados os que têm um coração puro; são esses que vêem a Deus”(Mt.5,8)
Na realidade, se não nascermos de novo não veremos o Reino, não teremos disponibilidade interior para O acolher…
O reino é um Dom que exige uma atitude incondicionada de acolhimento e agradecimento…
É necessário nascer de novo…nascer da água e do Espírito… pois Deus revela o Seu Amor aos pequeninos (Mt11,25).
Nascer de novo acolhendo em nós o mistério pascal de Cristo e sentindo que também em nós a vida em abundância brotará da morte do homem velho. A comunhão na vivência da Páscoa da morte e ressurreição de Jesus fará nascer em nós um homem novo: despidos do homem velho, com as suas acções, e revestidos do homem novo, seremos renovados (as) à imagem do Criador…
Jesus convida-nos a nascer de novo, a partir de Deus, da Sua Luz e da Fé, que nos torna participantes e colaborantes na construção do Reino. «Aspirai às coisas do alto…a vossa vida está escondida com Cristo em Deus» (Col.3,2-3).
Vejamos em que aspectos da nossa vida temos de nascer de novo…e vivamos a Quaresma como itinerário de renovação interior, que fortaleça a nossa paixão por Cristo samaritano e pela hospitalidade, que nos capacite para vivermos a fraternidade com profundo sentido de comunhão, e um tempo de graça e de esperança que se expresse num testemunho mais forte de Amor aos Irmãos…
Vivamos com sentido novo e renovador este tempo da Quaresma, que seja efectivamente um tempo de graça para todos nós…

Maria João disse...

Gostei muito. Obrigado pelo seu blog que nos aproxima do Pai.


beijos em Cristo

maresia disse...

Frei Amigo, bem haja.
Estarei, daqui em diante mais atenta aos sinais que o Pai do Céu envia...e são tantos...porque ele muito nos Ama.
Santa Quaresma; rezo por todos.
Seja por Caridade

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